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Kindle ganha suporte a jogos e já tem dois aplicativos gratuitos

A ferramenta do Kindle para desenvolvedores, o KDKKindle Development Kit, foi anunciada no início do ano, mas só agora surgiram os primeiros resultados: dois jogos que podem ser baixados gratuitamente na página da Amazon.
Os jogos são simples, mas mostram que o leitor de livros eletrônicos está mesmo tentando ser mais do que isso. Com o KDK, o Kindle espera que desenvolvedores criem novas formas de leitura, novos aplicativos e jogos, conta o site Mashable em janeiro.
Porém, os resultados do KDK surgiram apenas com o lançamento dos dois primeiros jogos feitos para o – até então – leitor de e-books. O
Every Word é um jogo simples de formação de palavras, como aqueles disponíveis em revistas de palavras cruzadas. O jogador tem certa quantidade de letras e com elas deve formar o maior número de palavras que conseguir.
O outro jogo é o Shuffled Row que se assemelha muito ao popular jogo Scrabble, em que jogadores devem formar palavras em um tabuleiro com as letras que recebem a cada rodada.
Os dois jogos estão disponíveis para download gratuito no site da Amazon.
O site Mashable acredita ainda que os concorrentes do Kindle podem estar servindo de motivação para que a empresa amplie as funcionalidades do seu leitor, já que o Nook, da Barnes & Noble, teve acesso a jogos por um tempo e o Copia está para lançar um novo concorrente, mais barato e com tela colorida.
O site ZDNet destaca o comunicado do pessoal do Kindle, afirmando que atualmente o KDK está fechado para novos desenvolvedores, mas que eles estão trabalhando para abrir o programa para mais interessados.
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Engenheiro cria calculadora que roda Linux e pode ser construída em casa

O engenheiro Matt Stack não estava satisfeito com suas duas calculadoras gráficas, uma HP 50g e uma TI-89. Não que elas fossem ruins – ele e as adora – mas ele queria algo que ele pudesse alterar mais profundamente. Partindo desta filosofia “open source”, que é a mesma do Linux e Firefox, ele decidiu criar uma calculadora não só para ele, mas que qualquer um pudesse recriar e alterar.

O resultado foi a Open Sci Cal, com tela touch screen, entrada para cartão de memória e que roda Linux, naturalmente. Com um processador de 1GHz digno de um smartphone, o equipamento pode ser melhor definido como um tablet especializado: assim como um N800 é para acessar a internet, a Open Sci Cal é para fazer contas. Obviamente, não o tipo de conta que se faz com uma calculadora comum: para demonstrar seu equipamento, Matt fez uma análise estatística usando dados de astronomia coletados online, direto da própria calculadora.

Ela também é bem mais cara que uma calculadora comum. Baseada em um kit eletrônico de faça-você-mesmo chamado Beagle, para montá-la do zero é necessário gastar aproximadamente de R$610,00, somente nas peças. Para quem já tem um Beagle, o kit pode ser adquirido online por US$239,25 mais o frete e possíveis tarifas de importação para o Brasil. Mas assim como roupas de grife, uma calculadora também pode ser uma questão de status, opina Stak para o blog Gadget Lab da revista Wired. “A calculadora era o símbolo definitivo de status entre os mais nerds dos nerds e eu quis trazer isso de volta”.
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Entusiasta “veste” computador totalmente funcional e cria "traje ciborgue"

O geek sueco Martin Magnusson desenvolveu um computador que pode ser “vestido”, fazendo com que notebooks, netbooks e tablets se tornem “fichinha” frente à portabilidade de sua invenção.
O sistema é composto por um óculos de vídeo Myvu Cristal, transformado em uma espécie de headset, juntamente com um computador de placa única Beagleboard, rodando Linux Angstron. Além disso, o “traje” de ciborgue conta ainda com um hub USB para conectar um adaptador Bluetooth e prover energização da Beagleboard; 4 pilhas AA para abastecer o hub USB; um teclado dobrável Nokia SU-8W; e acesso à internet via Bluetooth, em tethering com um iPhone.
Conforme resume o site TGDaily, o sueco utilizou um case de CDs para armazenar os componentes e, quando aberto, oferece fácil acesso a eles, além de fazer com que seu uso seja bastante confortável. Ele trabalha também com a possibilidade de carregar o case junto ao corpo, com uma alça.

Crédito: TGDaily.
Em seu blog, o Becoming Cyborg (blog.2yb.org), Magnusson explica detalhadamente como desenvolveu o sistema, com fotos dos equipamentos utilizados e os passos da criação.
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iPods de ouro assinados por Frank Lampard serão derretidos

Após o fracasso tanto da seleção de futebol da Inglaterra na Copa do Mundo da FIFA quanto das vendas, os gadgets serão reciclados.
Antes de começarem os jogos do campeonato mundial de futebol, o jogador Frank Lampard, da seleção inglesa, havia sido chamado por uma empresa britânica para assinar uma produção de iPods Touch com placas traseiras feitas de ouro 24 quilates. Porém, com o fracasso do English Team e sua eliminação para a Alemanha, cinco mil gadgets deverão ser derretidos em breve.
Os iPods com a assinatura do jogador do Chelsea foram colocados a venda com o preço de £ 599, o equivalente a R$ 1650. No acordo, o jogador doava todos os seus direitos nas vendas para a Teenage Cancer Trust, uma organização que ajuda no tratamento de crianças e adolescentes com câncer.
A empresa responsável, a Goldgenie, acreditava que muitas pessoas comprariam o aparelho como forma de acompanhar a seleção nacional no torneio. Um porta-voz da empresa garante, porém, que houve uma excessiva produção do aparelho personalizado, e o fracasso de vendas não reflete a popularidade de Lampard.
De acordo com o jornal The Sun, o “derretimento”, na verdade, se trata de um processo químico que permitirá a recuperação da maior quantidade de ouro possível. Agora, a empresa pretende utilizar temas infantis nos iPods, como a Hello Kitty.
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Veículo impulsionado a vento move-se mais rápido que o próprio vento

Um carro com propulsão eólica, apelidado pela equipe de DWFTTWDirectly Downwind, Faster Than The Wind – criou uma nova categoria de veículos e um recorde, ao mover-se com velocidade quase três vezes maior que a do próprio vento que o impulsiona.
O feito foi conseguido no final de semana de 4 de julho, dia da Independência dos Estados Unidos, no deserto de El Mirage, na Califórnia, mas foi oficializado apenas na última terça-feira pela North American Land Sailing Association, registrando uma velocidade de 2,8 vezes a velocidade do vento, conforme conta o blog Autopia da revista Wired.
A equipe Faster Than The Wind (Mais Rápida Que O Vento), liderada por Rick Cavallaro, postou dia 9 de julho em seu blog (www.fasterthanthewind.org) um vídeo mostrando o carro em ação – o vídeo é bastante barulhento em decorrência do vento, mas vale pelo interessante registro.
O carro tem espaço para um piloto e é feito de material ultraleve e aerodinâmico, com propulsores de 5 metros de comprimento. Um engenhoso sistema de transmissão desenvolvido pela equipe faz com o que as rodas direcionem o propulsor ao mesmo tempo em que o propulsor direciona as rodas. Mais detelhes podem ser encontrados em um artigo da Wired, pela url encurtada http://tiny.cc/nd4bc.

Crédito: Wired.
Cavallaro e seu time, depois de provar que era possível fazer com que um veículo de propulsão eólica atingisse velocidades maiores que a do próprio vento, agora tentará quebrar o recorde estabelecido pela própria equipe, fazendo com que o carro ultrapasse a marca de três vezes a velocidade do vento.
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Windows 7 gasta menos energia no mesmo computador do que o XP

Economia pode chegar a 25%, segundo a consultoria que fez as medições; diferenças são maiores se drivers do sistema não forem atualizados.
A MindTeck (mindteck.com), consultoria especializada em sistemas de baixo consumo, publicou como parte de um artigo o resultado da comparação entre o consumo de energia do Windows XP com o do Windows 7. Os resultados indicam que a versão mais recente é mais econômica em todas as configurações testadas, e a diferença de consumo do pode chegar a 25%.
Um fator importante para a pesquisa eram os drivers do processador, que é o elemento de maior consumo dentro de um PC. Por isso, ao usar a configuração de fábrica, o Windows 7 tem uma vantagem ampla – seus drivers já são mais modernos, pois o sistema foi lançado depois. Porém, mesmo após todas as atualizações, o Windows XP ainda consome mais energia.
Outro recente (e polêmico) estudo comparou o consumo entre o Windows 7 e o Ubuntu Linux 10.04 (tinyurl.com/28do2of) em um netbook e também chegou à conclusão de que o Windows 7 consome menos bateria. E pelo mesmo motivo: o driver padrão usado pelo Ubuntu era desatualizado em relação ao que vinha “de fábrica” no Windows. Essa pesquisa gerou protestos (inclusive de leitores da Geek) porque é possível escolher manualmente drivers melhores para o Ubuntu – mas não é uma operação simples e o usuário precisa adivinhar que ela tem que ser feita, o que espantaria os menos técnicos.
Na comparação entre o Windows 7 e o XP, o site Ars Technica também aponta para o curioso resultado em computadores mais antigos, em que o Windows 7 tem consumo energético ainda menor. O equipamento usado, um Pentium 4, estava no mercado na época do lançamento do XP. Além deste computador, várias configurações diferentes para computadores e até um netbook também foram testados, sempre apontando para economia de energia a favor do sistema operacional mais novo.
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Japoneses criam joystick que passa sensações térmicas

Empregando tecnologia já comum, pesquisadores de Tóquio fazem controle que esquenta e esfria
Antes somente com botões, agora os joysticks vibram, emitem sons, piscam luzes. E pesquisadores da Universidade Metropolitana de Tóquio querem ampliar a lista para esquentar e resfriar. Usando placas de peltier, um tipo de material que esquenta ou esfria conforme a corrente elétrica aplicada nele, os japoneses criaram um controle que pode mudar a sensação térmica das mãos com comandos do videogame.
O protótipo exibido na feira SIGGRAPH 2010, que terminou ontem em Los Angeles, é simples, lembrado um controle de NES. Exceto pelas duas placas no controle, uma de cada lado, que podem esquentar e resfriar o joystick segundo o jogo. No teste publicado no portal da ACM – Association of Computing Machinery (acm.org), um robô representado em uma simulação passa por labaredas e jatos frios e a proximidade de cada elemento é sentida na pele do jogador.
Embora a variação de temperatura de menos de dez graus Celsius não pareça ser grande, os pesquisadores afirmam que é o bastante para passar uma sensação imersiva em um jogo de videogame. Pode-se até fazer uma versão cibernética da conhecida brincadeira de crianças “tá quente, tá frio”. Além de videogames mais realistas, o joystick pode ter aplicações mais práticas para educação de deficientes visuais, e teve participação de uma instituição de apoio a deficientes, o “Instituto Nacional para Educação com Necessidades Especiais”, ou NISE, do Japão.
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Apple e Microsoft são as marcas mais valiosas do mundo, segundo a Forbes

Império de Jobs vale US$ 57,4 bilhões, contra US$ 56,6 bilhões do de Gates.IBM, Google, Intel e Nokia também representam o setor de tecnologia na lista.

  1. iPad 
As concorrentes no setor de tecnologia Apple e Microsoft e a líder mundial de bebidas, Coca-Cola, ocupam os três primeiros lugares do último ranking publicado pela revista “Forbes” sobre as marcas mais valiosas do mundo.
A fabricante de computadores Mac, dos aparelhos iPod e dos telefones iPhone reina na primeira colocação da lista publicada nesta quinta-feira (29) no site da revista, estabelecendo assim o peso da imagem de algumas das maiores empresas do mundo, bem como os efeitos da reputação para os lucros. A Apple foi avaliada em US$ 57,4 bilhões.
“Será preciso mais do que um problema com a recepção da antena do iPhone 4 para que a marca Apple se veja afetada”, assinalam os responsáveis da “Forbes”,  referindo-se à polêmica com o problema de antena do novo iPhone.
A Microsoft, fundada por Bill Gates, fica na cola da empresa dirigida Steve Jobs graças a um valor de US$ 56,6 bilhões. Atrás de ambas, ficou a Coca-Cola, cujo império de bebidas refrescantes conseguiu que sua marca, uma das mais reconhecidas em todo o mundo, fosse avaliada em US$ 55,4 bilhões.
Na lista das 50 empresas mais valiosas, cujos 30% foram dominados por empresas tecnológicas, outros dois gigantes do setor completam os cinco primeiros lugares: IBM (US$ 43 bilhões), que se beneficia de sua “forte inovação” no setor, e Google (US$ 39,7 bilhões), cujo valor aumentou 450% desde 2005.
Na sequência do ranking, ficaram a rede de fast-food McDonald’s (US$ 35,9 bilhões), o conglomerado General Electric (US$ 33,7 bilhões), a empresa de cigarros Marlboro (US$ 29,1 bilhões), a tecnológica Intel (US$ 28,6 bilhões) e a fabricante de celulares Nokia (US$ 27,4 bilhões).
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Hospitais australianos fornecerão iPads para médicos

Preocupações giram em torno da alta probabilidade de furtos e da fragilidade do gadget em relação ao possível contato com água e sua esterilização.
Cerca de 500 médicos e enfermeiras de hospitais do estado de Vitória, na Austrália, vão utilizar iPads durante o expediente, a partir de 2011. Os aparelhos servirão para obter informações sobre pacientes, diagnósticos e tratamentos realizados.
Os gadgets serão utilizados por residentes, ou seja, médicos novos. O Ministro da Saúde do estado de Vitória, Daniel Andrews, afirma que esta decisão foi tomada pelo fato de que alunos de graduação cresceram com a tecnologia e terão mais facilidade em manusear o gadget.
Entretanto, existem ainda algumas preocupações quanto à segurança da utilização de aparelhos tão visados quanto a tablet da Apple, além de sua fragilidade quanto a necessidade de esterilização. O site The Register, lembra que, quando cogitou-se usar iPhones para estas mesma funções, muito leitores do jornal criticaram a medida e deram suas opiniões.
Um dos leitores lembra que a Panasonic tem gadgets mais interessantes para este serviço, como a Toughbook H1 MCA, que pode ser lavada, esterilizada, sua bateria tem alta durabilidade e, segundo o leitor, dificilmente alguém vai querer roubar o aparelho – pelo menos não tanto quanto um iPad.
Há três meses, o hospital Kaweah Delta Health Care, na Califórnia, nos Estados Unidos, também fez um pedido para mais de 100 iPads, conforme contou o site Mashable na época, para que sua equipe tivesse acesso a e-mails, resultados de exames, raios-X e eletrocardiogramas.
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Wi-fi estará em mais de 2 bilhões de aparelhos vendidos em 2014

Número é quatro vezes superior aos 500 milhões vendidos em 2009, segundo consultoria especializada
Nos próximos 4 anos, o número de dispositivos wi-fi vendidos deve alcançar dois bilhões, diz a consultoria In-Stat em pesquisa publicada hoje. Em 2009, 500 milhões de aparelhos com esta tecnologia foram vendidos.
O crescimento se deverá à adoção da tecnologia por uma variedade maior de aparelhos, como leitores Blu-ray, televisores, linha branca (geladeiras, fornos de microondas) e porta-retratos digitais. A expectativa é de que pelo menos metade destes porta-retratos venham com wi-fi embutido em 2014, o que somaria 15 milhões à conta dos dispositivos wireless.
O número, porém, parece pequeno perto da projeção de celulares que sairão de fábrica com a tecnologia: 750 milhões de aparelhos só no ano de 2013. Já os leitores de e-books passarão por uma mudança drástica: os aparelhos com acesso a redes sem fio passarão de 3% do total de vendidos para quase 90%.
Além do aumento da penetração da tecnologia como um todo, ela também será atualizada. O padrão 802.11n deve ganhar força nos próximos anos, em detrimento do 802.11g, versão anterior do padrão e que é o mais popular hoje em dia. A consultoria afirma que o padrão mais novo, que permite uma velocidade mais alta e opera em condições mais adversas, estava tendo uma adoção lenta por causa de dificuldades técnicas que já foram superadas.
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Físicos do MIT criam teoria sobre viagem no tempo com computação quântica

Um novo tipo de viagem no tempo, com base em teletransporte quântico, consegue se desvencilhar de diversos paradoxos que tornam outras máquinas do tempo menos possíveis.
De acordo com o site Technology Review, o cientista Seth Lloyd, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e alguns amigos, criaram um estudo que utiliza física quântica para determinar a possibilidade de um corpo, uma partícula e quem sabe até um ser humano viajar do futuro para o passado. Esse tipo de viajem (para trás no tempo) era – e ainda é por alguns cientistas – considerada impossível por não haver comprovações empíricas disso. Stephen Hawking , nesse mérito, sugeriu que a ausência de visitantes do futuro é um excelente argumento contra a existência de viagens no tempo.
Entretanto, a Teoria Geral da Relatividade de Einstein permite viagens no tempo, dependendo da forma como é manipulada matematicamente (como por exemplo a famosa solução encontrada por Kurt Gödel). O fator complicante vem do fato de que algumas destas manipulações exigem que o universo mostre certos comportamentos que, na observação prática, nunca se consegiu observar e, portanto, são aparentemente inexistentes. O exemplo mais simples é o da velocidade absoluta: se fosse possível viajar mais rápido que a luz – o que, hoje, crê-se impossível -, seria possível viajar no tempo de acordo com a relatividade.
É nesse entrave que se construiu a nova teoria de viagem do tempo do MIT. Para criação dessa teoria (arxiv.org/abs/1007.2615), eles incrementaram um processo conhecido como pós-seleção. Para entender: suponha que exista uma equação complexa com um número absurdamente grande de variáveis. Para descobrir quais valores das variáveis e qual combinação entre elas torna essa equação verdadeira, em processadores binários, seria necessário testar todas as combinações possíveis, no método de força bruta.
Isso certamente levaria milênios, já que equações mais simples com poucas dezenas de incógnitas já pode levar dezenas de milhares de anos para ser resolvida com os métodos computacionais existentes.
O processo pós-seleção torna a solução mais fácil de ser encontrada. Para isso, basta que as variáveis recebam um valor aleatório, pós-selecionados, de forma a atenderem a condição de a resposta do cálculo ser verdadeiro. Isso automaticamente ignora os resultados errados.
As novas ideias de Lloyd e sua equipe constam de combinar o Pós-Seleção com outro comportamento estranho conhecido como teletransporte quântico, que utiliza o fenômeno de entrelaçamento para reproduzir em um ponto ‘A’ no espaço, um determinado estado quântico que existia anteriormente em um ponto ‘B’. Esse comportamento já foi observado entre partíclas subatomicas de objetos distantes.
Assim, os cientistas pretendem criar um teletransporte quântico no sentido inverso.
O processo de seleção posterior garante que apenas o estado correto seja teletransportado. Isso define como a partícula original era antes de estar ali. O efeito mostra que essa partícula viajou de volta no tempo.
O que surpreende nessa máquina do tempo é que ela não sofre com os paradoxos usuais de viagem temporal, como o paradoxo do avô, no qual uma partícula volta ao passado e pode acidentalmente ou propositalmente evitar sua própria existência.
Além disso, nas teorias tradicionais, o tecido do espaço-tempo deve ser impiedosamente torcido para permitir as viagens no tempo. Ainda assim, isso somente seria possível em ambientes extremos do universo, como dentro de buracos negros.
Por utilizar computação quântica usando o processo de pós-seleção, a máquina de Lloyd não requer qualquer distorção de espaço-tempo.
Todavia, o pós-seleção só pode ocorrer se a mecânica quântica for não linear, algo que parece ser possível em teoria, mas nunca foi observado na prática.
Apesar de todas as evidências até agora mostrarem que a mecânica quântica é linear, nada prova ser impossível ela se tornar não linear.
Uma vez que isso seja possível, a viagem no tempo será viável, onde quer que ocorra, sempre no sentido do futuro para o passado.
“Nossa esperança é que essa teoria possa pelo menos ser útil na formulação de uma teoria quântica da gravidade”, afirma o físico.
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Máquina cibernética da Coca-Cola permite ao cliente criar a sua própria bebida

A aparência futurista lembra os conceitos tecnológicos que nunca saem do papel, como os carros-conceito ou os celulares estranhos que as empresas costumam usar para exibir suas ideias. Mas a nova máquina da Coca-Cola já está em operação nos EUA, e a empresa pretende distribuir dezenas dela ainda este ano.
Esta não é só uma máquina de latinhas, ou mesmo aquelas do McDonald’s que usam xarope, mas sim algo mais parecido com uma máquina de café, das que usuário diz se quer mais ou menos açúcar ou chocolate. Isso porque, em vez de usar a fórmula pronta, ou em xaropes, a máquina prepara a bebida na hora a partir de ingredientes básicos, que ficam em cartuchos parecidos com os de uma impressora. Por exemplo, ao se escolher um Fanta, a máquina prepara a receita na hora, se você quiser Fanta Diet, ela usa os mesmos ingredientes básicos, só substituindo o açúcar pelos outros ingredientes da nova receita.
Além de oferecer mais de 100 bebidas diferentes, a máquina pode preparar receitas totalmente novas, ao gosto do freguês. Por exemplo, é possível misturar um pouco de suco no refrigerante e fazer um coquetel com diferentes bebidas.
Segundo relata a revista IEEE Spectrum, para permitir tanto controle a máquina usa um sistema de microdosagem desenvolvido para misturar o coquetel de quimioterapia. A tecnologia não pára aí: além dos comandos com toque na tela, o usuário pode carregar um cartão RFID com as receitas prontas.
Mas o cliente não é o único no controle: a máquina pode se comunicar diretamente com a empresa, que saberá quais são as mais pedidas, ou que ingrediente está acabando. E a Coca-Cola também pode enviar comandos para a máquina, ajustando preços e receitas, por exemplo.
A máquina está sendo instalada em pontos de venda nos EUA, e a empresa já anunciou que instalará 60 nos próximos meses e mais até o fim do ano. Porém, a Coca-Cola não anunciou planos para instalar a máquina em outros países além dos EUA.


“Eu queria uma Fanta com suco de caju, café descafeinado e noz moscada, por favor”. (IEEE
Spectrum)
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Anel de casamento com projetor vai fazer você parecer bem menos romântico

Não contente com uma pedra preciosa gigante no anel, o futuro marido do ano Luke Jerram uniu forças com um designer de joias local para criar um anel de casamento personalizado com um mini-projetor. E então ressoou um coro de dez mil Óóóóóóóóóóhhh.
O design do Luke foi inspirado por dispositivos do século XIX chamados stanhopes, que permitem ver microfotografias com milímetros quadrados de área sem o uso de microscópio. O anel tem um pequeno slide de fotos com uma lente. Quando iluminado por uma fonte de luz igualmente pequena - Luke diz que até uma vela serve - o casal terá quatro fotos lindas deles mesmos projetadas aonde quer que eles forem. Mas antes de comprar um anel assim para sua pessoa amada e dizer que você teve a ideia, o próprio criador tem uma mensagem de aviso:
Parabéns pelo seu noivado! Infelizmente este anel era personalizado, feito para minha esposa. Acho que você terá que criar seu próprio anel único para sua pessoa única!
Só espero que minha parceira única jamais saiba deste anel. Valeu por deixar a gente parecer menos romântico, Luke!
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Cientistas dizem: nós temos a prova de que a galinha veio antes do ovo


Por muito tempo nós suspeitamos que o ovo veio primeiro, mas agora nós temos uma prova científica de que na realidade a galinha veio primeiro”, diz o doutor Colin Freeman, da Universidade de Sheffield. Eis a explicação:
Quando os cientistas da Universidade de Sheffield e de Warwick usaram um supercomputador chamado HECToR para dar uma olhada mais de perto em cascas de ovos, eles descobriram que uma proteína “chamada ovocledidin-17 (OC-17) age como um catalisador para aumentar o desenvolvimento da casca.” Eles perceberam que essa proteína é crucial para a formação de uma casca de ovo. E eles também perceberam que essa proteína é encontrada no ovário de uma galinha. Baseado nisso, os cientistas concluíram que a galinha veio antes do ovo.
Eles só não conseguiram explicar de onde a galinha veio pela primeira vez.
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Dê mais atenção ao seu monitor




Não apoie o seu monitor em revistas, livros ou caixas – isso é um acidente esperando para acontecer. Em vez disso, transforme-o em uma peça de design como o Humanscale M2 Monitor Arm, que ganhou prêmios no International Design Excellence 2010.

Vencendo mais de 1800 competidores de 29 países, o braço de metal com molas ganhou um prêmio de bronze na categoria Produto Comercial e Industrial, graças ao seu visual de algo que a Ellen Ripley escolheria para apoiar o seu monitor.

E não se preocupe em gastar as suas molas e articulações com as dezenas de mudanças de posições que você vai fazer todos os dias só para brincar – a Humanscale oferece uma garantia de 15 anos no negócio, caso ele comece a ficar com artrite.
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Safari 5 está mais rápido e suporta extensões

A Apple lançou, ontem, durante a World Wide Developer Conference, além do badalado iPhone e iOS 4, a nova versão do navegador Safari. O download já está disponível no site oficial, para PCs com Windows e, obviamente, para o sistema operacional da maça, o Mac OS X.






As principais novidades do Safari 5 são:


Safari Reader. Remove anúncios das páginas e outras possíveis distrações, dando foco ao que realmente interessa;
HTML5 até o pescoço. Como parte do objetivo de matar o Flash Player, plugin da Adobe, o Safari 5 oferece suporte a uma infinidade de recursos do HTML5, como visualização de vídeo em tela cheia e armazenamento local;
Performance melhorada. Aprimoramentos na engine JavaScript Nitro deixou o Safari 5 (para Mac) 30% mais rápido que a versão anterior, chegando a ser até duas vezes mais veloz que o Firefox 3.6;
Suporte ao Bing. Além dos mecanismos de busca do Google e Yahoo!, agora é possível definir o Bing, buscador da eterna concorrente Microsoft, como ferramenta de pesquisa padrão;
Extensões. Se você é um desenvolvedor, está convocado a desenvolver complementos para o navegador da Apple. A galeria oficial de extensões para o Safari deve ser aberta ainda no verão (inverno para nós do hemisfério sul).
Mais informações sobre o Safari 5 podem ser encontradas nessa página (em inglês). O download, você já sabe: www.apple.com/safari.
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